Créditos de imagem @onthebeach.co.uk
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Próximos dias
Porque também mereço, rumei ao Sul e nos próximos dias vou estar em modo de praia, num dolce far niente prazeroso.
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Foste ao Meo e não disseste nada?
Ora então, aqui vai:
Na tarde do passado dia 7, rumei em direcção à Zambujeira
do Mar a fim de me juntar à Tribo. Levando na “mochila” uma ciática do demo que
me anda a atazanar o juízo há demasiado tempo, mas a tentar não coxear para não
perder a postura de Lady, lá entrei no recinto em modo festivaleiro e pronta
para a festa. O dia era mesmo de celebração; a primogénita completava 25 anos e
o puto mais novo apresentava-se, pela primeira vez, no palco do Moche Room, na posição
de DJ e produtor musical mais jovem de sempre a integrar o cartaz do MEO –
coisa pouca, portanto ;-)
Durante a tarde e serão, lá deambulei pelo recinto na
companhia da filha, sem ligarmos muito ao palco principal, porque sinceramente
a coisa não puxava, mas a divertirmo-nos as duas, rindo de tudo e de nada, na
nossa usual palhaçada que nos faz ser umas cúmplices e parceiras do caraças.
Pouco tempo antes da entrada do meu puto em cena, agoniámos
com um tal de DJ Télio que é de um tédio que não se aguenta – fraquinho,
fraquinho, sem nível algum – mas há quem oiça e goste daquilo?!? E o asneiredo,
senhores?!? A malta às vezes até usa um linguajar assim a puxar para o menos
próprio, e tal, que ninguém é santo, mas frases inteiras de “carvalhos,
costuras e afins”? Não havia necessidade :-/
O que importa é que há 3:15h da manhã sobe ao palco PeteKingsman, o meu puto - a razão que me
levou ao MEO.
E agora …
Agora esqueçam a mãe, porque não vai ser a mãe quem vai
opinar, mas uma sujeita que anda nisto da programação e produção musical há uma
vida e sabe do que fala.
Nunca tinha visto o Pete a actuar! Conheço-lhe o talento e o
trabalho porque o oiço a produzir e a compor (música erudita e EDM); admiro a
tenacidade, a capacidade de trabalho, a dedicação e o empreendedorismo do meu
filho Pedro. Mas não conhecia o Pete Kingsman em acção!
Meu Puto, és Grande! Foste brilhante! Igual aos maiores.
Cativaste o público de uma forma tal, que em poucos minutos esqueci-me de que
estava a assistir a um concerto teu para sentir que estava a vivenciar a
actuação de um grande produtor.
Há pouco tempo, o jornalista de uma rádio chamou-te o Martin
Garrix português! Enganou-se … És simplesmente o Pete Kingsman, o jovem
português de quem muito se ouvirá falar internacionalmente, não tenho a menor
dúvida!
Partilho a notícia do Jornal HardMusica, a quem muito
agradeço o destaque dado ao meu filho!
sexta-feira, 3 de junho de 2016
O Melhor de Mim está por chegar!
São 7:30 da manhã!
Abro a janela e inspiro o ar perfumado deste belo dia de sol
que já raiou.
Bandos de pássaros esvoaçam no horizonte, num chilrear convidativo
e prazenteiro; os campos da lezíria, ainda há pouco verdejantes, começam a ganhar
aquela tonalidade torrada, própria de uma lavoura que se prepara para as
colheitas.
Sorrio, num sorriso triste e dolorido porque uma angústia
inesperada atormenta-me a alma e desassossega-me o coração.
São mais etapas a alcançar, outras tantas barreiras a
ultrapassar, novos sonhos a fantasiar.
Mas não desisto!
Os cinquenta são já amanhã e vivo hoje o último dia de uma
década sem grande história, mas com feitos que me deram a certeza do que sou
capaz!
Assomo de novo à janela, e volto a inspirar o aroma da alvorada.
Vem-me à memória uma estrofe do poema “Melhor de Mim”:
Também eu estou
À espera de mim
Algo me diz
Que a tormenta passará
É preciso perder
Para depois se ganhar
E mesmo sem ver
Acreditar!
E vou Acreditar, sempre! Porque reconheço em mim a
capacidade de me reinventar, de quebrar os grilhões e de renascer a cada
momento, porque o meu destino tem de ser maior, e o melhor de mim ainda está
por chegar!
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Banda Sonora
Banda sonora para um dia como o de hoje, em que não para de chover:
Largo, do Concerto nº4 em Fá menor, Op.8, RV 297, L'Inverno, de Antonio Vivaldi, numa extraordinária interpretação do grande Itzhak Perlman.
Largo, do Concerto nº4 em Fá menor, Op.8, RV 297, L'Inverno, de Antonio Vivaldi, numa extraordinária interpretação do grande Itzhak Perlman.
Chove. Há Silêncio
Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva
Não faz ruído senão com sossego.
Chove. O céu dorme. Quando a alma é viúva
Do que não sabe, o sentimento é cego.
Chove. Meu ser (quem sou) renego...
Tão calma é a chuva que se solta no ar
(Nem parece de nuvens) que parece
Que não é chuva, mas um sussurrar
Que de si mesmo, ao sussurrar, se esquece.
Chove. Nada apetece...
Não paira vento, não há céu que eu sinta.
Chove longínqua e indistintamente,
Como uma coisa certa que nos minta,
Como um grande desejo que nos mente.
Chove. Nada em mim sente...
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Felicidade
Acordar muito cedo,
Um espreguiçar dolente e gostoso.
Um bom dia feito de sorrisos e uma carícia.
Abrir a janela e sentir a frescura orvalhada do amanhecer.
Aromas a café e a canela.
Beijos, um abraço apertado e um acenar à janela.
Assim começou o meu dia!
E num vagar prazenteiro, recosto-me por breves momentos e permito sentir-me feliz!
Um espreguiçar dolente e gostoso.
Um bom dia feito de sorrisos e uma carícia.
Abrir a janela e sentir a frescura orvalhada do amanhecer.
Aromas a café e a canela.
Beijos, um abraço apertado e um acenar à janela.
Assim começou o meu dia!
E num vagar prazenteiro, recosto-me por breves momentos e permito sentir-me feliz!
créditos imagem @ the art mad wallpapers
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Escrever
Sinto necessidade de escrever!
Andei demasiado tempo arredada do acto; da sua confortante presença.
Os dedos tremem-me agora num tamborilar nervoso, quase incontrolável.
O espaço em branco na tela atrai-me, qual objecto de cobiça e de desejo.
Preciso escrever!
Podem ser frases banais num redigir banal e inconsequente;
Podem ser palavras sem nexo ou razão, letras soltas, livres, sem sentido e intento, que apenas preencham o vazio de uma página por desbravar, sôfrega de um prazer que lhe é oferecido por um simples tocar de teclas, pelo sensual roçar de uma caneta no papel, pelo sulcar de um lápis ousado e atrevido numa folha imaculada.
Preciso escrever!
Porque a escrita, tal como a música, são parte fundamental da minha essência!
E ao escrever, sinto-me completa!
Andei demasiado tempo arredada do acto; da sua confortante presença.
Os dedos tremem-me agora num tamborilar nervoso, quase incontrolável.
O espaço em branco na tela atrai-me, qual objecto de cobiça e de desejo.
Preciso escrever!
Podem ser frases banais num redigir banal e inconsequente;
Podem ser palavras sem nexo ou razão, letras soltas, livres, sem sentido e intento, que apenas preencham o vazio de uma página por desbravar, sôfrega de um prazer que lhe é oferecido por um simples tocar de teclas, pelo sensual roçar de uma caneta no papel, pelo sulcar de um lápis ousado e atrevido numa folha imaculada.
Preciso escrever!
Porque a escrita, tal como a música, são parte fundamental da minha essência!
E ao escrever, sinto-me completa!
créditos imagem @ northyorknews.com
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